Depois do almoço, um breve cochilo ao som da chuva no telhado, logo em seguida o telefone toca, mas era uma ligação errada, volto para o aconchego e dessa vez trago para mim O pequeno príncipe, o clássico encanta desde o início; antes do fim mais um cochilo. Na madorna alguém vem e diz que eu vou morrer. Que bobagem. Sei que vou morrer mais cedo ou mais tarde. É por isso que estou vivendo o agora, o logo mais não existe, quiçá o amanhã.
Rafael Almeida Teixeira. Itabuna-BA 17.12.08